Estudo de mercado apresentará informações estratégicas sobre a carne suína

ABCS inicia levantamento completo que buscará informações na produção, nas indústrias e no varejo em relação à proteína nos últimos anos

 

A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), em parceria com o Sebrae Nacional, dá mais um passo em busca de atualizar a cadeia sobre as informações da carne suína no Brasil. A entidade realizará no primeiro semestre de 2019 um levantamento com foco nas tendências do comportamento do brasileiro quanto ao consumo da proteína no país. 

Com objetivo de identificar as estratégias mercadológicas para o desenvolvimento na suinocultura brasileira e incentivar o consumo da proteína no país, a pesquisa, iniciada em janeiro, realiza entrevista com mais de 1.300 consumidores em todas as regiões do Brasil de forma a delinear a visão sobre a carne suína. O levantamento também identificará aspectos de comportamento de compra da carne suína, como frequência, atributos que influenciam na decisão, sua penetração nos lares, além de traçar comparativo com outras proteínas animais, gerando informação estratégica para o setor. 

O estudo busca conhecer também os principais entraves e oportunidades de desenvolvimento do consumo de carne suína por meio de indicadores de desempenho, como a participação do produto nos diferentes canais de distribuição do mercado de proteína animal e os aspectos que influenciam o desempenho da venda. Com a pesquisa, o setor suinícola também poderá ampliar sua percepção de mercado por meio de entrevistas em profundidade sobre o futuro da atividade. 

Para o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, o mercado brasileiro apresenta um cenário muito competitivo, exigindo cada vez mais informações estratégicas dos setores envolvidos com a produção e com a comercialização de proteína animal. 

“A pesquisa nos permitirá conhecer os anseios, necessidades e comportamento do nosso consumidor em relação à carne suína. Será possível entender as preferências identificadas e traçar ações e direcionamentos objetivando atender essas demandas e, como resultado, ter a carne suína como uma opção frequente no prato do brasileiro”, esclarece Lopes. 

As análises do mercado não só indicarão as possíveis mudanças no comportamento do consumidor, como irão identificar tendências do ponto de vista da alimentação natural, diante do aumento das pessoas que optam por dietas veganas e vegetarianas. 

Outro diferencial será a avaliação de médicos e nutricionistas sobre o consumo da carne suína, identificando a visão dos profissionais sobre a “saudabilidade”, suas considerações sobre o produto e recomendações quanto ao consumo da proteína. Tal conteúdo será imprescindível para a orientar e alinhar as atividades da ABCS e do setor junto a essas classes, atuando de forma efetiva. 

“Todo trabalho da entidade voltado ao consumidor é baseado em dados atualizados e recentes de macrotendências. Com a especificidade desse estudo, poderemos intensificar ainda mais as ações voltadas para a quebra de mitos e preconceitos e, ainda, ampliar a disseminação da qualidade da carne suína de forma a atingir o grande público por meio de ações nacionais e informação atualizada”, informa a diretora de marketing da entidade, Livia Machado. 

Estudos anteriores desenvolvidos nos respectivos anos de 1995, 2005, 2008 e 2015, com foco na suinocultura – que também levaram em conta a análise de outros segmentos de proteína animal –, serão utilizados como pano de fundo para aplicar comparações e também entender as mudanças de comportamento, consumo e entendimento por parte dos consumidores sobre da evolução da carne suína e da produção de suínos nas últimas décadas. 

O levantamento será realizado pela Rojo Consultoria, empresa com mais de 30 anos de experiência no mercado de varejo e pesquisa junto ao consumidor. Segundo Francisco Rojo, que lidera o projeto, as informações derivadas da pesquisa poderão também orientar varejo e indústria, verificando o desejo do público no que se refere à carne suína, numa análise conceitual sobre as diferenças de hábitos de consumo em relação a outras proteínas, identificando oportunidades para o desenvolvimento no mercado brasileiro.

Fonte: ABCS

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