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Voltar Publicado em: quinta-feira, 30 de abril de 2020, 6h53

Serviço de Registro Genealógico de Reprodutores Suínos da ABCS comprova excelência na produção suinícola

Dentre as vantagens, o SRGS garante qualidade, rastreabilidade, melhoramento genético, saúde para os animais e maior rentabilidade para granjas


Com atuação sistêmica na suinocultura, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) tem como um de seus pilares a qualidade na produção e por isso, valoriza processos que deem essa garantia tanto para os produtores quanto para os consumidores. Um exemplo disso é o Serviço de Registro Genealógico de Suínos (SRGS), realizado há mais de 50 anos pela ABCS, conforme o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio da Portaria 183, de 27 de novembro de 1967.

O SRGS tem como público-alvo empresas de genética e produtores que criam suínos para comercialização de matrizes e machos para reprodução. A emissão de registros de reprodutores pelo SRGS atesta a qualidade dos animais comercializados no Brasil. Por meio deste serviço, o produtor obtém um documento certificando a origem, a raça e a genética do animal. A registro é como uma identidade, um documento no qual são informados os dados de desempenho do suíno, genealogia (ou linha genealógica), assim como o nome da granja, do criador (ou proprietário) e o endereço do local de origem do animal.

Nas Granjas de Reprodutores de Suínos Certificadas (GRSC) os animais registrados e destinados à reprodução são submetidos à avaliação zootécnica seguindo o regulamento do SRGS e cumprindo rigorosos testes sorológicos e fiscalização in loco (Serviço Veterinário Oficial-SVO-MAPA) para a manutenção da saúde animal e produtividade do rebanho.

No caso de animais vindos do exterior, todos os reprodutores suídeos importados, obrigatoriamente passam por quarentena na Estação Quarentenária de Suínos do MAPA.  Esta estação se localiza em Cananéia (SP) e é a única do Brasil para entrada de suínos provenientes do exterior, com todo o apoio e controles realizados no local pelo Serviço Veterinário Oficial (SVO). Durante o período de quarentena são realizados uma série de exames clínicos e laboratoriais, conforme exigidos pelo MAPA. Também é realizada uma rigorosa avaliação zootécnica sob inspeção in loco da ABCS, visando a avaliação dos suínos reprodutores para atendimento aos requisitos zootécnicos quanto à concessão do Registro Genealógico em nível nacional.

Assim, os animais que estiverem dentro dos padrões zootécnicos e de saúde animal são liberados e posteriormente é realizada a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA). A partir daí os suínos seguem para povoar as granjas.

Registro de suíno: um ato simples que gera ganhos e confiabilidade do rebanho

Os ganhos com o registro de suínos reprodutores são grandes e ele traz a garantia de que os animais apresentam uma origem confiável, assim como está associado ao melhoramento genético, que pode ser repassado para as futuras gerações. Uma granja de sucesso depende de vários fatores, dentre eles, aquisição de um material genético de qualidade e um bom ambiente, que é essencial para obter melhor produtividade.

Para a diretora técnica da ABCS, Charli Ludtke, a iniciativa assegura a saúde e a segurança do rebanho. “É um trabalho de longa data que a ABCS faz. Os reprodutores passam por inspetores zootécnicos, análises da parte sanitária e só após a aprovação em todos os exames, o animal passa a povoar as granjas de genética. Precisamos de maior apoio dos estados nessa iniciativa. o registro é sinal de controle de melhoramento genético, de aspectos de saúde e sanidade e também de uma comercialização que segue os requisitos da legislação brasileira”.

E quanto à comercialização de reprodutores, a diretora técnica aponta que é necessário estar atento quanto ao transporte legalizado, que além de requisitar a Guia de Trânsito Animal (Decreto nº 5.741 de 30 de março de 2006), também é obrigatório apresentar nos postos de fiscalizações e barreiras móveis nas rodovias (serviço veterinário oficial) os registros genealógicos dos suínos reprodutores para fins de comercialização. Esses critérios se aplicam tanto no trânsito interestadual, quanto no internacional, pois o Brasil também é um exportador de reprodutores vivos, principalmente para os países sul-americanos.

Segundo o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, o SRGS confirma a excelência nos processos de produção da suinocultura, trazendo credibilidade para o produto e confiança na procedência da carne suína. “Ao introduzir novos animais no seu plantel tenha em mente que o Registro Genealógico garantirá   qualidade, rastreabilidade, melhoramento genético, saúde para seus animais e maior rentabilidade para a sua Granja”, afirmou.

Como fazer o Registro?

Para realizar o cadastro, siga as seguintes etapas:

Etapa 1. O produtor deve acessar o site “http://srgs.org.br/” e deve inserir seu nome de usuário e senha.

Etapa 2. Ao abrir a página, clique em “Solicitar Registro” (ao lado direito) e complete o questionário (Pode selecionar um a um ou vários registros de uma vez) e logo após o preenchimento, o produtor terá acesso ao certificado digital do animal, com a possibilidade de imprimi-lo na hora.